Peguei a viola, botei na sacola e agora estou aqui:
Quarta-feira, Agosto 29, 2007
Terça-feira, Agosto 28, 2007
Uma crítica ao Estado português
Certo dia desses eu resolvi que iria abrir o mercado brasiliero para a música portuguesa. Não sei ao certo da onde eu tirei isso. É a necessidade de ter uma bandeira pelo que lutar. Talvez. Mas achei justa, e comercialmente interessante.
E aí comecei a ter idéias. Muitas. Todo dia tenho uma. Algumas delas, caso sejam roubadas, podem render um bom dinheiro para quem tiver condições de executar. Por isso, tento eu colocar em prática.
Só que tenho esbarrado em uma questão que parecia de solução óbvia, mas não tem sido. Me parecia claro que é de interesse do governo português ajudar os músicos, para que eles possam depois caminhar com as próprias pernas no mercado brasileiro. E eles são malucos por vir aqui, chegam - literalmente - a implorar.
Mas conseguir o apoio, principalmente financeiro, tem sido uma briga e tanto. Porque a música não é reconhecida no próprio país. Para a comemoração dos 200 anos da chegada da família real, eles não colocaram entre os eventos algum de música. E, provavelmente se o fizerem, será fado.
Agora, preciso contar com o mecenato das empresas de lá, principalmente as geridas por jovens, como a TAP.
Essas coisas me fazem pensar que o Brasil, é do avesso, é de cabeça pra baixo, mas em certo ponto, funciona. Todo mundo conhece nossa música lá fora. Muito se faz - e de forma variada - aqui dentro. E vejo algum apoio do governo nisso. Olhando de fora, o governo brasileiro parece 50 anos mais jovem que o português.
E aí comecei a ter idéias. Muitas. Todo dia tenho uma. Algumas delas, caso sejam roubadas, podem render um bom dinheiro para quem tiver condições de executar. Por isso, tento eu colocar em prática.
Só que tenho esbarrado em uma questão que parecia de solução óbvia, mas não tem sido. Me parecia claro que é de interesse do governo português ajudar os músicos, para que eles possam depois caminhar com as próprias pernas no mercado brasileiro. E eles são malucos por vir aqui, chegam - literalmente - a implorar.
Mas conseguir o apoio, principalmente financeiro, tem sido uma briga e tanto. Porque a música não é reconhecida no próprio país. Para a comemoração dos 200 anos da chegada da família real, eles não colocaram entre os eventos algum de música. E, provavelmente se o fizerem, será fado.
Agora, preciso contar com o mecenato das empresas de lá, principalmente as geridas por jovens, como a TAP.
Essas coisas me fazem pensar que o Brasil, é do avesso, é de cabeça pra baixo, mas em certo ponto, funciona. Todo mundo conhece nossa música lá fora. Muito se faz - e de forma variada - aqui dentro. E vejo algum apoio do governo nisso. Olhando de fora, o governo brasileiro parece 50 anos mais jovem que o português.
Sábado, Agosto 25, 2007
Saudades do interior
Minha última passagem pelo Cariri não foi das mais memoráveis. Quando cheguei em Salvador, senti aquele clima de novidade, pensei que deveria parar de ir para o Ceará, e desbravar novas terras.
Tinha até cancelado os planos originais de ir novamente para Nova Olinda em dezembro. E isso durou até semana passada, quando começaram a surgir os indícios de saudade, e voltou a convicção de que lá estão todas as respostas que eu quero para a vida.
É curioso porque, há cinco meses, eu queria morar lá. Hoje, tenho minhas dúvidas. Porque é o fato de eu estar aqui que me faz poder voltar lá. Que faz com que surja uma possibilidade inesperada de retorno, fruto de um jardim que plantei há muito tempo, e achei que tinha secado. Pelo menos, ele estava sequinho da última vez em que apareci por lá. Foi quando temi o pior: que o Cariri fosse daqueles lugares que só fazem sentido por causa de uma presença especial. Mas não chega a tanto, gracias.
Lembrei da outra vez em que fui. Da alegria de andar de carro por todo canto, e do vento na moto, indo e vindo de Santana. Das crianças por toda parte. De tanta alegria. Da terra que tem tudo o que eu quero. Mas nada pra já.
Tinha até cancelado os planos originais de ir novamente para Nova Olinda em dezembro. E isso durou até semana passada, quando começaram a surgir os indícios de saudade, e voltou a convicção de que lá estão todas as respostas que eu quero para a vida.
É curioso porque, há cinco meses, eu queria morar lá. Hoje, tenho minhas dúvidas. Porque é o fato de eu estar aqui que me faz poder voltar lá. Que faz com que surja uma possibilidade inesperada de retorno, fruto de um jardim que plantei há muito tempo, e achei que tinha secado. Pelo menos, ele estava sequinho da última vez em que apareci por lá. Foi quando temi o pior: que o Cariri fosse daqueles lugares que só fazem sentido por causa de uma presença especial. Mas não chega a tanto, gracias.
Lembrei da outra vez em que fui. Da alegria de andar de carro por todo canto, e do vento na moto, indo e vindo de Santana. Das crianças por toda parte. De tanta alegria. Da terra que tem tudo o que eu quero. Mas nada pra já.
Aventureira
Quarta-feira, Agosto 22, 2007
Entre a razão e o egoísmo
E aí, há uma semana e meia, mais ou menos, o Sesc me ligou para dizer que o show do Bazar Pamplona foi aprovado. Tirando o fato de ter deixado o cd lá, eu não tive participação alguma nisso. Quando a moça me ligou, nem associou uma pessoa a outra. O mérito foi da banda, e ponto.
Não dei pulos, mas tive um alívio gigante. Isso vai ser ótimo por vários motivos. Foi uma felicidade racional.
E aí me pergunto: egoísmo? Ou já não restam mesmo sentimentos por aqui?
Sexta-feira, Agosto 17, 2007
Sobre o tamanho do mundo
Não tenho mais esse medo. O que me toma, é infinitamente maior: o tamanho que as coisas precisam alcançar para me deixarem felizes a partir de agora.
Explico.
Passei cinco anos da minha vida desejando ir a Recife, por exemplo. Em seis meses, fui quatro vezes para lá. E mais duas para o Cariri. E fui para Fortaleza. E para Salvador. Até Maragogi eu conheci. E tudo a trabalho, o que gerou uma quantidade de descobertas incalculável.
E o que aconteceu? Conheci as paisagens ideiais, as pessoas mais simpáticas, músicos criativos, a ocupação que mais tem a ver comigo, e por um breve instante minha solidão ideológica se dissipou, ao encontrar um interlocutor à altura.
E é com ela que mais sofro agora. Não estou desocupada. Tenho uma lista enorme de coisas a fazer, que vão dar resultado a curtíssimo, a médio e a longo prazo. Mas a vida nunca esteve tão sem graça.Meu mundo cresceu de tal forma, que hoje em dia, a porcentagem que eu ocupo nele deve ter umas cinco casas depois do zero.
Domingo, Agosto 12, 2007
Melhor me afastar da TV
Noite passada assisti a um filme impróprio para momentos de reclusão: Sob o Sol da Toscana.
Era ensolarado, honesto, poético. Enfim, estava lá eu, duas da manhã, querendo que o diretor morresse por ter feito algo tão lindo.
Me identifiquei em vários momentos. A casa caindo aos pedaços no meio de uma tempestade lembrou meu telhado em Floripa, os ventos de 100 km/h, e eu sozinha em um estado distante.
Também deu aquele cominchão de conhecer a Itália. Sempre quis, e fiquei com mais vontade ainda. A ilusão de que aquelas vilas existam mesmo, ainda com a tranqüilidade de antes. Tenho ainda curiodade para ver aldeias portuguesas , e Barcelona.
O problema são as prioridades. Como vou para a Itália se não conheço nem meu quintal? Brasil e América do Sul têm que vir na frente. O problema é: quantas vidas precisarei para dar conta? Ou melhor: quanto tempo vou ter que economizar?
Então, por ordem de prioridade:
- Litoral de Alagoas e Pernambuco.
- Sertão de Pernambuco.
- Salvador e Morro de São Paulo.
- Argentina e Uruguai.
- Espanha, Itália e Portugal.
Será que até 2019 a coisa vai?
Era ensolarado, honesto, poético. Enfim, estava lá eu, duas da manhã, querendo que o diretor morresse por ter feito algo tão lindo.
Me identifiquei em vários momentos. A casa caindo aos pedaços no meio de uma tempestade lembrou meu telhado em Floripa, os ventos de 100 km/h, e eu sozinha em um estado distante.
Também deu aquele cominchão de conhecer a Itália. Sempre quis, e fiquei com mais vontade ainda. A ilusão de que aquelas vilas existam mesmo, ainda com a tranqüilidade de antes. Tenho ainda curiodade para ver aldeias portuguesas , e Barcelona.
O problema são as prioridades. Como vou para a Itália se não conheço nem meu quintal? Brasil e América do Sul têm que vir na frente. O problema é: quantas vidas precisarei para dar conta? Ou melhor: quanto tempo vou ter que economizar?
Então, por ordem de prioridade:
- Litoral de Alagoas e Pernambuco.
- Sertão de Pernambuco.
- Salvador e Morro de São Paulo.
- Argentina e Uruguai.
- Espanha, Itália e Portugal.
Será que até 2019 a coisa vai?
Quarta-feira, Agosto 08, 2007
Como dizia o alemão...
Hoje eu estava pensando que Paraíso Tropical é a melhor novela da Globo dos últimos cem anos. E acabo de ler que desde 2005 o horário não registrava uma audiência tão baixa.
Está explicado. Viva a Escola de Frankfurt.
Está explicado. Viva a Escola de Frankfurt.
Terça-feira, Agosto 07, 2007
De quando me tornei 50% menos ignorante

Quando eu estava na fila para pegar minha porção de paciência, ali, antes de vir ao mundo, adivinhem o que houve? Me impacientei. Já tinha passado da hora, minha mãe ia para os dez meses de gravidez, eu tinha que partir.
E foi assim que vim ao mundo com uma pressa sem noção, o que me faz perder muita coisa boa, a começar por shows instrumentais. Eles me fazem a mais inquieta das pessoas, como se a cadeira pinicasse. Acho lindo, mas não consigo me concentrar.
Era para ter sido assim domingo, no Auditório Ibirapuera, mas algo saiu errado. Primeiro, eu não consegui desistir de ir. Ensaiei, mas não tive forças suficientes para ficar em casa. Quando lá cheguei, meu Deus, coisa linda.
O show era do Ulisses Rocha e do Toninho Ferragutti, violão e acordeon, respectivamente. É claro que eu não conhecia eles, muito menos o Nelson Ayres, pianista que os acompanhou.
Transcendi. Pensei em tantas e tão poucas coisas! Todas me levaram muito longe, flutuei. Foi o segundo momento em que agradeci eternamente a Anna por ter me arrastado de volta para São Paulo.
Neste caso, também teve um diferencial: eles eram extremamente simpáticos. E a música, feliz. Mesmo quando era triste. Ao contrário de um outro show instrumental que vi no próprio Auditório, uma roda de Chorinho, e pior, um do mesmo tipo, no Villagio Café. Digo pior porque o JP considerou aquele um dos melhores de sua vida, e eu boiava, me perguntando porque as pessoas riam, aplaudiam. Sim, é preciso levar em conta que eu tinha 20% da minha capacidade mental naquela semana, de show no Sesc.
O mais engraçado é que meu consolo para ir a esse show de domingo, mais uma vez gentileza da Mônica, a super rainha dos vips, é que sua xará cantaria, a Salmaso. Nunca tinha ouvido, e além da curiosidade, era um escape cantado, no meio do que eu imaginava ser um antro de sono. E aí ela entrou, tem uma voz impecável, com a qual acompanhou os instrumentos, sem uma palavra. Depois, cantou. Muito. E eu me incomodei: pela primeira vez, uma voz atrapalhou um show instrumental.
E foi assim que vim ao mundo com uma pressa sem noção, o que me faz perder muita coisa boa, a começar por shows instrumentais. Eles me fazem a mais inquieta das pessoas, como se a cadeira pinicasse. Acho lindo, mas não consigo me concentrar.
Era para ter sido assim domingo, no Auditório Ibirapuera, mas algo saiu errado. Primeiro, eu não consegui desistir de ir. Ensaiei, mas não tive forças suficientes para ficar em casa. Quando lá cheguei, meu Deus, coisa linda.
O show era do Ulisses Rocha e do Toninho Ferragutti, violão e acordeon, respectivamente. É claro que eu não conhecia eles, muito menos o Nelson Ayres, pianista que os acompanhou.
Transcendi. Pensei em tantas e tão poucas coisas! Todas me levaram muito longe, flutuei. Foi o segundo momento em que agradeci eternamente a Anna por ter me arrastado de volta para São Paulo.
Neste caso, também teve um diferencial: eles eram extremamente simpáticos. E a música, feliz. Mesmo quando era triste. Ao contrário de um outro show instrumental que vi no próprio Auditório, uma roda de Chorinho, e pior, um do mesmo tipo, no Villagio Café. Digo pior porque o JP considerou aquele um dos melhores de sua vida, e eu boiava, me perguntando porque as pessoas riam, aplaudiam. Sim, é preciso levar em conta que eu tinha 20% da minha capacidade mental naquela semana, de show no Sesc.
O mais engraçado é que meu consolo para ir a esse show de domingo, mais uma vez gentileza da Mônica, a super rainha dos vips, é que sua xará cantaria, a Salmaso. Nunca tinha ouvido, e além da curiosidade, era um escape cantado, no meio do que eu imaginava ser um antro de sono. E aí ela entrou, tem uma voz impecável, com a qual acompanhou os instrumentos, sem uma palavra. Depois, cantou. Muito. E eu me incomodei: pela primeira vez, uma voz atrapalhou um show instrumental.
Segunda-feira, Agosto 06, 2007
O que será que tem na vacina do Zé Gotinha?
Dois tópicos da conversa deles:
- Eu não tenho mais berço, a Keli quebrou.
- Quem é Keli?
- Ela trabalha comigo...
(Depois eles descobriram: Keli é o apelido da mãe dela, Jacqueline)
========
- Vô, me dá 50 reais?
========
Só para constar: ela tem dois anos.
Sexta-feira, Agosto 03, 2007
Começou aí
Erro de português
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português
Quinta-feira, Agosto 02, 2007
Aviso aos navegantes
Eu não sou uma blogueira. Escrevo quase todos os dias, mas faço isso como um ato egoísta. Não leio o que os outros escrevem, por puro esquecimento. Ainda deixo ali do lado, mais do que uma indicação para os outros, links que me lembrem de ler os blogs amigos.
Não tenho a menor idéia de quantas pessoas lêem silenciosamente o Eu Não Disse?, mas às vezes me surpreendo ao encontrar gente que não vejo há séculos, mas me diz: "acompanho sempre seu blog, está cada vez mais divertido".
Antes não me preocupava com o que escrevia. Talvez por achar que ninguém leria, mas lê. Então, hoje, todas as minhas confissões são rigorosamente estudadas. Há pessoas envolvidas nas minhas histórias. Não posso deixá-las à merce da pesquisa pública.
Já usei esse blog para mandar recados, já fui demitida por escrever coisas que geraram um entendimento errado, e aí aprendi: não importa se era aquela a minha intenção na hora de escrever, mas sim o que as pessoas entenderam. Por isso, nem sempe acerto, mas agora procuro ter um pouco mais de cuidado no que escrevo.
Antes não me preocupava com o que escrevia. Talvez por achar que ninguém leria, mas lê. Então, hoje, todas as minhas confissões são rigorosamente estudadas. Há pessoas envolvidas nas minhas histórias. Não posso deixá-las à merce da pesquisa pública.
Já usei esse blog para mandar recados, já fui demitida por escrever coisas que geraram um entendimento errado, e aí aprendi: não importa se era aquela a minha intenção na hora de escrever, mas sim o que as pessoas entenderam. Por isso, nem sempe acerto, mas agora procuro ter um pouco mais de cuidado no que escrevo.
Domingo, Julho 29, 2007
Um certo Bar Leblon
Confesso que tinha muito preconceito: bar com temática carioca, em plena Bela Cintra? Ainda tinha um ar meio aristocrático. Evitei entrar lá em outras oportunidades, corri sempre para o Exquisito, cem metros pra cima. Mas ontem não tive escapatória: eu e a Mônica tentamos de tudo. Os bares estavam lotados e o frio nos empurrou para dentro do Bar Leblon. E, que grande surpresa! Primeiro, um criativo piso: com aquelas pedrinhas de calçadão. Depois, uma enorme paisagem antiga na parede, o Morro Dois Irmãos. No fundo, um monte de frases sobre o bairro-cidade-cenográfica-do-Manoel-Carlos.
Os garçons são talvez os mais simpáticos de São Paulo, e nada cariocas: o sotaque era o costumeiro: nossos amigos nordestinos.
A gente queria beber vinho São Tomé. Claro que não tinha. Um dos moços perguntou se queríamos a "Carta de Vinhos" (desculpem as aspas, isso é chique demais para mim). Eu disse que queria um vinho docinho, e lamentei que a nossa querida marca do "vinho do coração" não estivesse disponível. Ele então nos trouxe "um vinho de mulher": tinha até canudinho embutido!!! De suave só tinha o gosto: R$ 14 reais por 180 ml. Mas valeu. O frio não deixou a conversa escorregar como em tantas vezes, mas valeu a escolha: Bar Leblon virou meu point. Curioso até, porque se ele ficasse no Leblon original, eu não passaria na porta.
Como eu ia dizendo...
Sou muito nova pra virar picolé. O frio é inviável. Aliás, tive uma boa conversa sobre isso ontem, com um português chamado João (todos os portugueses chamam João?). Não é só em elevador que a gente conversa sobre o tempo!
Mas, vamos à notícia:
"A previsão do tempo para hoje na capital paulista é de chuvas isoladas, mas com aberturas de sol. A mínima registrada pelo CGE (Centro de Gereciamento de Emergências) da Prefeitura de São Paulo foi de 6ºC, às 7h. Devido ao vento frio, a sensação térmica deverá ser 0ºC. A máxima será de 11ºC."
Mas, vamos à notícia:
"A previsão do tempo para hoje na capital paulista é de chuvas isoladas, mas com aberturas de sol. A mínima registrada pelo CGE (Centro de Gereciamento de Emergências) da Prefeitura de São Paulo foi de 6ºC, às 7h. Devido ao vento frio, a sensação térmica deverá ser 0ºC. A máxima será de 11ºC."
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